Todos os caminhos levam à Cascatinha. Foto: Renan Mattos

Teve rock instrumental, progressivo, psicodelia, jazz, folk, gamer rock, música erudita… O som de vinte bandas, dos mais diferentes estilos, ecoou entre os morros da Cascatinha e contagiou de energia o palco Ricas Abóboras que recebeu músicos de Caxias do Sul, Pelotas, Passo Fundo, Santo Ângelo, Sobradinho, Arroio do Tigre e Porto Alegre.

Na sexta-feira à tardinha, Xispa Divina, banda de Sobradinho, anfitriã e também organizadora do Festival, abriu a programação musical. Depois, subiram ao palco Luciano Alves (Porto Alegre), Rock’n’live (Sobradinho), Greek van Peixe (Caxias do Sul), Os Brutais (Pelotas), Mindgarden (Caxias do Sul) e Sopro Cósmico (POA). Já era madrugada alta na Cascatinha quando as apresentações se encerraram.

No sábado, Mateus Costa, de Arroio do Tigre, deu início às apresentações fazendo a trilha sonora do pós-almoço ficar fina com execução, no piano, de peças de Bach, Mozart, Chopin. Em seguida, Bardo & Fada, de Santo Ângelo, celebraram o #AmorLivre e as “relações 2.0”. Depois, subiram ao palco, AuditivA (Sobradinho), Pindoralia, cucastortas (Caxias do Sul), Van Züllatt (Pelotas), Velho Hippie (Caxias do Sul) e Quarto Sensorial (Porto Alegre).

Pindoralia no Palco Ricas Abóboras. Foto: Renan Mattos

Espora Elétrica, de Passo Fundo, fechou a noite tocando covers de clássicos do rock and roll. Renato Velho e Fluxo Pirocrástico, que se apresentou logo após a AuditivA, falou com o Macondo Coletivo sobre o seu novo trabalho, “Astenosférico”. Confira:

O domingo começou calmo com Giancarlo Oliveira e melodiosos acordes no violão. O restante da tarde foi animado pela jam session e pelos shows de bandas locais como Betty – a chefe de cozinha do Festival – & Arno e o trio Éter, de jovens garotas da região.

Rádio Camarim

Uma rádio no camarim. Os intervalos dos shows ficaram mais animados com a Rádio Camarim localizada do ladinho do palco Ricas Abóboras. Além da antenada seleção musical – que contou até com uma sessão vinil, a Rádio divulgou informações de utilidade pública, como achados e perdidos, e entrevistou músicos e pessoas que estavam trabalhando no Festival.

Distro Fora do Eixo

A Banquinha do Pira Rural apresentou uma diversidade de produtos. Além dos CDs das bandas que estavam tocando no Festival, estavam sendo comercializados livros, bótons, chaveiros, brincos, carteiras, camisetas, moletons e casaquinhos. A Banquinha foi organizada pelo ManiFestaSol Coletivo e Macondo Coletivo juntamente com artistas locais, como a Liara Oliveira, de Sobradinho, e a Luciana Canto, de Cachoeira do Sul.

Assista ao vídeo produzido pelo Macondo Coletivo e confira as imagens da Distro no Festival:

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