Mudamos: distraídos, venceremos

Num universo impreciso, é preciso ser inexato, dizer sempre quase antes do dito.”

Paulo Leminski

As referências não bebem mais sob a obra de Gabriel García Márquez. Catatau, a “prosa experimental” e nonsense de Paulo Leminski, cruza nosso caminho em um ótimo momento, quando ousamos experimentar. Um novo grupo surge e um novo coletivo se forma. Macondo agora é Catatau, mas mantém seu histórico de atividades em Santa Maria/RS.

O nome muda e a proposta do grupo continua: contribuir na realização de ações culturais e estimular atividades nas áreas da Música, Audiovisual, Cineclube, Fotografia, Comunicação e Artes Visuais que ocorrem na cidade.

Visamos a produção independente local, seja na música, nas artes ou na comunicação. Pensamos a Mídia Livre e a Arte Urbana. Buscamos parcerias com produtores e agentes culturais, casas e coletivos locais e de cidades próximas – integração.

Um novo sentido

A mudança do nome marca uma nova fase do grupo, que teve início em 2009 com a união de pessoas interessadas em trabalhar pensando a cultura nas suas diversas vertentes artísticas. As frentes eram diversas – Artes do Corpo, Artes Visuais, Audiovisual (com o intitulado Núcleo Visceral de Imagens Técnicas), Cineclube, Comunicação e Música. De lá para cá, importantes ações locais foram promovidas: o Festival Macondo Circus, o Grito Rock e a SEDA – Semana do Audiovisual – são alguns exemplos. Além deles, realizamos mostras, exposições, feiras e festas, como a Bat Cabelo, que ocorreu em comemoração à Parada Livre de 2011.

Equipe de #CoberturaColaborativa do Macondo Circus 2010.

Núcleo Visceral de Imagens Técnicas e Sala Dobradiça – Coletivo de Arte – durante o Grito Rock Santa Maria 2011.

Ainda que Santa Maria seja nosso ninho de atividades, temos um vasto currículo de ações integradas com demais coletivos e em outras cidades. O Núcleo de Comunicação – Mídia – do agora Coletivo Catatau circula e estimula a #CoberturaColaborativa. Já em 2012, participou das coberturas dos festivais independentes FestMalta (Passa Sete/RS), Grito Rock (Caxias do Sul e Santa Maria/RS) e Pira Rural (Ibarama/RS). O Cineclube é outra frente em constante atividade. As sessões ocorrem semanalmente, todas às terças-feiras, às 20h, no Boteco do Rosário.

Pira Rural 2012.

Na procura pelo nome, propusemos uma enquente no Facebook. Ao invés de decisões, cultivamos dúvidas. Foi Catatau quem apareceu no primeiro encontro presencial do coletivo que ainda não tinha nome. E foi assim, Catatau. Catatau foi dito e Catatau ficou. Num estalar, éramos Catatau e – por mais que desgostássemos da ideia -, Catatau já deixava pulgas na orelha e risos no ar. Buscávamos sentido e encontramos no caminho um jogo de sílabas que remetiam à literatura experimental e à figura de um urso interessado em ajudar o amigo a furtar cestas de piquenique.

Pois bem, esticamos nossa toalha xadrez, abrimos o livro e vamos dar continuidade à história.

Assinam Catatau Coletivo,

Alessandra Giovanella, Francine Nunes, Gabriela Belnhak, Igor Müller, Marina Lima, Silvana Dalmaso, Rafael Itaqui, Renan Mattos e et alli.

Redes sociais

Twitter: @catataucoletivo

Facebook: Catatau Coletivo

Roubamos cestas de piquenique para ler Leminski na praça central.

Festival de sonoridades na Cascatinha

Todos os caminhos levam à Cascatinha. Foto: Renan Mattos

Teve rock instrumental, progressivo, psicodelia, jazz, folk, gamer rock, música erudita… O som de vinte bandas, dos mais diferentes estilos, ecoou entre os morros da Cascatinha e contagiou de energia o palco Ricas Abóboras que recebeu músicos de Caxias do Sul, Pelotas, Passo Fundo, Santo Ângelo, Sobradinho, Arroio do Tigre e Porto Alegre.

Na sexta-feira à tardinha, Xispa Divina, banda de Sobradinho, anfitriã e também organizadora do Festival, abriu a programação musical. Depois, subiram ao palco Luciano Alves (Porto Alegre), Rock’n’live (Sobradinho), Greek van Peixe (Caxias do Sul), Os Brutais (Pelotas), Mindgarden (Caxias do Sul) e Sopro Cósmico (POA). Já era madrugada alta na Cascatinha quando as apresentações se encerraram.

No sábado, Mateus Costa, de Arroio do Tigre, deu início às apresentações fazendo a trilha sonora do pós-almoço ficar fina com execução, no piano, de peças de Bach, Mozart, Chopin. Em seguida, Bardo & Fada, de Santo Ângelo, celebraram o #AmorLivre e as “relações 2.0”. Depois, subiram ao palco, AuditivA (Sobradinho), Pindoralia, cucastortas (Caxias do Sul), Van Züllatt (Pelotas), Velho Hippie (Caxias do Sul) e Quarto Sensorial (Porto Alegre).

Pindoralia no Palco Ricas Abóboras. Foto: Renan Mattos

Espora Elétrica, de Passo Fundo, fechou a noite tocando covers de clássicos do rock and roll. Renato Velho e Fluxo Pirocrástico, que se apresentou logo após a AuditivA, falou com o Macondo Coletivo sobre o seu novo trabalho, “Astenosférico”. Confira:

O domingo começou calmo com Giancarlo Oliveira e melodiosos acordes no violão. O restante da tarde foi animado pela jam session e pelos shows de bandas locais como Betty – a chefe de cozinha do Festival – & Arno e o trio Éter, de jovens garotas da região.

Rádio Camarim

Uma rádio no camarim. Os intervalos dos shows ficaram mais animados com a Rádio Camarim localizada do ladinho do palco Ricas Abóboras. Além da antenada seleção musical – que contou até com uma sessão vinil, a Rádio divulgou informações de utilidade pública, como achados e perdidos, e entrevistou músicos e pessoas que estavam trabalhando no Festival.

Distro Fora do Eixo

A Banquinha do Pira Rural apresentou uma diversidade de produtos. Além dos CDs das bandas que estavam tocando no Festival, estavam sendo comercializados livros, bótons, chaveiros, brincos, carteiras, camisetas, moletons e casaquinhos. A Banquinha foi organizada pelo ManiFestaSol Coletivo e Macondo Coletivo juntamente com artistas locais, como a Liara Oliveira, de Sobradinho, e a Luciana Canto, de Cachoeira do Sul.

Assista ao vídeo produzido pelo Macondo Coletivo e confira as imagens da Distro no Festival:

Música, natureza, fogueiras e encontros no Pira Rural

Foram três dias de belas imagens, mas de uma energia difícil de captar pelas lentes, difícil de relatar em palavras. O 3º Festival de Música Pira Rural encheu de cores a paisagem verde da Cascatinha, em Ibarama/RS.  A música, os encontros alegres, as conversas em volta da fogueira e os ruídos da natureza compuseram o mosaico de sonoridades do Pira Rural.

O público começou a chegar ainda na quinta-feira, dia 05, e na sexta, dezenas de barracas já se incorporaram às paisagens da Cascatinha. Excursões de Santa Maria, Porto Alegre, Caxias do Sul, Santo Ângelo, Pelotas e até de Florianópolis garantiram um bom público ao Festival, cerca de 350 pessoas, segundo os organizadores.

No palco Ricas Abóboras, apresentaram-se 20 bandas, autorais em sua maioria, que agradaram aos mais diferentes gostos musicais, desde o tradicional rock’n’roll até o psicodélico, o progressivo, o folk e o gamer.

Além da música, a própria Cascatinha ofereceu atrativos. Trilhas e banhos de cascata durante o dia e junção em torno das fogueiras durante a noite marcaram o Pira Rural, sem contar o céu estrelado e a lua cheia que deixaram as madrugadas ainda mais bonitas.

A Rádio Camarim animou os intervalos dos shows com uma ótima seleção musical. Nela também foram feitas entrevistas com os músicos e transmitidas informações importantes para a organização do Festival. A cozinha ofereceu almoço campeiro, lanches saborosos e bebidas da terra – vinho, graspa e cachaça. As especiarias ajudaram a espantar o frio que batia quando o sol se punha.

A Banquinha organizada pelos coletivos Macondo e ManiFestaSol, de Caxias do Sul, comercializou CDs das bandas participantes do Festival e camisetas, bottons, acessórios e roupas produzidos por artistas da região.

#CoberturaColaborativa

Além de ser um dos organizadores da Banquinha, o Macondo Coletivo também fez registros em foto e vídeo. Este material  está sendo organizado e editado e, em breve, será disponibilizado no blog.

O Viés e Macondo Coletivo. #CoberturaColaborativa

A Revista O Viés fez um belo trabalho de cobertura do evento e publicou durante a semana uma matéria que você pode conferir no site. Algumas fotos já foram publicadas no Facebook do Pira Rural e os fotógrafos Renan Mattos, de Santa Maria, e Danusa Lazzari, de Sobradinho, também já disponibilizaram o material. Confira, respectivamente, aqui e aqui.

Dias mágicos merecem ficar na memória.😉

Revista Noize #52

A edição de abril da revista Noize já está no ar. A publicação é mensal e gratuita, trazendo conteúdos de música, arte, design, fotografia e tudo mais que couber. A edição 52 tá recheada com Raul Seixas, Nada Surf, The Naked And Famous, João Brasil, The Shins, Dave Grohl, Titãs, SXSW, Howler, Killer on the Dancefloor e muito mais.

Confira, leia e releia, clicando na imagem abaixo:

Ricas abóboras #PiraRural

Era Páscoa na Cascatinha
Lá sonhei acordado a todo instante com Bardo&Fadas
E no estralar dos dedos um Rock’n Live pra despertar
Enquanto a mente flutuante e Auditiva refletia
Junto com Os Brutais raios de Sol
Que nos mostravam cada detalhe da Pindorália
Perguntei ao Luciano Alves sobre isso
Ele disse que um Sopro Cósmico rolava no ar
Em silêncio Mateus Costa nos fez ouvir um longo “Meu Deus”
Depois ouvindo melhor percebi que era “Mindgarden”
Então em minha frente surge um índio Velho Hippie
Que me disse as palavras Vãn Züllatt
Olhei novamente e em seu lugar estava o Renato Velho
Comendo as Cucastortas da Betty
De imediato pedi água para o Giancarlo Oliveira
Quando chegou com aquele copo da Jam Session
Olhei para dentro e enxerguei um Greek van Peixe enorme

Mesmo assim bebi aquela água com gosto de Éter
Me acalmei e entrei na Radio Camarim
Que mais parecia um Quarto Sensorial
Sentei na antiga Mesa de Brilhar de frente para a janela
E ao som ecoante como de uma Espora Elétrica
Fiquei contemplando a Xispa Divina
De cada uma das centenas de Pessoas que se tornavam Pira Rural

Poesia de Marcelo Machado, “Tuito”

Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça

No dia 1º de abril, completaram-se 48 anos do Golpe Militar que instaurou a Ditadura Militar no Brasil, regime político que perdurou durante 20 anos – de 1964 a 1984 – no país. Assim como em outras cidades brasileiras, Santa Maria também realizou um Ato Público nesta segunda-feira, dia 03 de abril, na Praça Saldanha Marinho, para relembrar a data e reivindicar a abertura dos arquivos militares da época.

Fotografias de pessoas desaparecidas, performances teatrais encenando atos de tortura e leituras de relatos de violência física e psicológica cometida pelos militares chamaram a atenção de quem passava pela praça. A população também recebeu panfletos explicativos sobre o Ato.

A iniciativa foi organizada pelo Comitê Santa-mariense de Direito à Memória e à Verdade que reúne integrantes de diretórios acadêmicos dos cursos de Direito, História e Arquivologia da UFSM, além do DCE, Assufsm e Sedufsm. O comitê foi formado no ano passado, realiza reuniões quinzenais e é aberto ao público. O objetivo do grupo é fomentar o debate acerca da Comissão da Verdade que trata da abertura dos arquivos relacionados à ditadura. Integrantes do Comitê destacaram a importância da população estar informada e mobilizada acerca do tema e lembraram que Santa Maria e municípios da região também tiveram torturadores e desaparecidos políticos. “É importante que este episódio não seja apagado da memória coletiva do país”, disse um membro do Levante Popular da Juventude, entidade que também estava presente no ato.


O Macondo Coletivo participou da organização do evento, por meio da cientista social Francine Nunes, que integra o Comitê, e fez registros em foto e vídeo por meio da equipe da Comunicação do Coletivo.

Assista ao vídeo-pílula produzido e clique aqui para ter acesso ao registro fotográfico.

Um novo nome para um novo coletivo

O blog do Macondo Coletivo tá de cara nova. As mudanças são simples, mas já demonstram um nova fase de atuação do grupo na cidade. São seis pessoas que se dedicam às trocas, à circulação, às novas experiências culturais, ao trabalho cooperativo e em rede. Cada vez mais buscamos novos parceiros e novos amigos.

Estamos num momento de busca por um novo nome – sem esquecer tudo o que já fizemos em Santa Maria. Os tempos e as mãos que trabalham são outras e isso é de extrema importância para este “pequeno” grupo que funciona em conjunto com tantas outras vontades e necessidades. Os tempos estão mudando, mudamos também.

Vamos construir juntos? Responda à enquete no Facebook. Vote nas opções ou contribua com novas ideias!

Grito.DOC Santa Maria no ar

O Grito Rock Santa Maria ocorreu nos dias 05 e 08 de março, na Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria e no Macondo Lugar. A noite no bar teve Grito EnCena, com apresentação da esquete “Gota e Barro”, de Luise Scherer, Banquinha Fora do Eixo e shows com as bandas Paris em Chamas (Santa Maria/RS), Greek van Peixe (Caxias do Sul/RS) e Tereza (Niterói/RJ).

No Grito.DOC, produzido pelo Macondo Coletivo, veja como foi o Festival na cidade e o início da rota Transul, da banda Tereza, que fez uma participação no programa Fim de Tarde, da Itapema FM, apresentado por Márcio Grings.

O Grito Rock Santa Maria foi promovido pelo Fora do Eixo Santa Maria e financiado pelo Fora do Eixo Card.

Grito Rock Santa Maria: quem foi, curtiu!

Por Silvana Dalmaso e Gabriela Belnhak

Uma noite variada musicalmente. Assim foi o Grito Rock Santa Maria, que aconteceu na quinta-feira, dia 08, no Macondo Lugar!

Foto: Renan Mattos

Antes dos shows, o público foi convidado a subir ao segundo andar do bar para conferir o Grito EnCena. Luise Scherer, do Cenário Coletivo, apresentou a esquete teatral “Gota e Barro”, adaptada de um trecho do espetáculo “Quando Fecho os Olhos”. A performance, que também contou com projeção de imagens, consiste na sensorialidade, na música e no movimento, uma quase dança da personagem que parece estar sempre à procura de um sentido.

O GritoEnCena mostrou que o Grito Rock é um Festival de artes integradas que procura contemplar variadas linguagens, como o teatro e o cinema. No dia 05, ocorreu a exibição do longa “Bollywood Dream” na Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria em parceria com o Cineclube Lanterninha Aurélio.

No GritoEnCena, "Gota e Barro", com Luise Sherer. Foto: Silvana Dalmaso

Depois do teatro, a música tomou conta do palco. Tocando pela primeira vez no Macondo Lugar, a santa-mariense Paris em Chamas abriu a programação musical do Grito Rock e apresentou ao público o trabalho de uma banda nova, que já se lançou com músicas próprias e muita vontade de tocar na cidade e fora dela. Em entrevista ao Macondo Coletivo, o quarteto destacou que a proposta da banda é trabalhar de forma coletiva – um coletivo de arte, que tem por objetivo agregar pessoas e ideias para valorizar e investir no trabalho da banda e dos profissionais envolvidos.

A Paris em Chamas foi a primeira banda a se apresentar no Grito. Foto: Jéssica Martini

Em seguida foi a vez da caxiense Greek van Peixe abusar dos teclados e colocar o público para dançar com as músicas inspiradas nos videogames e na psicodelia. A banda tocou os sons do álbum “8-bit Wonder”, de 2010, e duas músicas novas que vão fazer parte do EP virtual, a ser lançado ainda este ano. O quarteto, que faz música desde 2008, ficou satisfeito com a resposta do público de Santa Maria: “Apesar do calor, foi muito legal vir tocar aqui”, declarou o baterista Alisson Andrighetti.

A Greek e o Coletivo ManiFestaSol se envolveram na produção do Grito Rock Caxias do Sul, por isso sabem bem da importância de festivais como esse para a valorização e circulação do trabalho autoral das bandas. “Existe toda uma integração no Festival, não é só chegar e tocar. Tem a organização da comunicação, da hospedagem – vai além da música”, observa o vocalista e tecladista, Breno Dallas.

O gamer-rock da Greek Van Peixe, de Caxias do Sul. Foto: Jéssica Martini

A banda Tereza, que já havia tocado no Macondo Circus 2010, subiu cheia de energia no palco do Macondo.  Os meninos de Niterói (RJ) tocaram as canções do EP “Onça”, mais recente trabalho da banda, e também apresentaram músicas novas como “Máquina Registradora” e outras, ainda sem nome, que irão compor o próximo álbum – o qual já está sendo gravado. A Tereza começou por Santa Maria a Rota Transul que inclui shows em Porto Alegre, Criciúma, Curitiba (PR), São José e Rio do Sul (SC).

Banda Tereza inicia a Rota Transul em Santa Maria. Foto: Renan Mattos

Quem esteve presente também foi a Distro Fora do Eixo do Macondo Coletivo. A Banquinha já conta com CDs das bandas Tereza e  Greek van Peixe. Enquanto não fica pronto o primeiro álbum da Paris em Chamas, você encontra adesivos e bottons da banda.

A casa verde não estava lotada, mas quem foi, de fato, curtiu e dançou como se não houvesse amanhã!

Fiquem ligados no blog do Macondo Coletivo para saber das nossas próximas ações e das parcerias com outros coletivos da cidade. Movimentação cultural se faz em conjunto. Agradecemos às bandas, aos fotógrafos – que deixaram sua marca com esse belíssimo registro – e a todos os profissionais envolvidos. Santa Maria gritou rock, bebê!

Clique aqui e veja todas as fotos do Grito Rock Santa Maria ’12.

Chega a vez do Grito Rock Santa Maria

É daqui a pouco! Quinta-feira é dia de Grito Rock Santa Maria, bebê, e você não pode ficar de fora dessa. Confirme presença no evento no Facebook e fique por dentro das últimas novidades no #GritoRockSM! Participe, comente e opine sobre as bandas, as apresentações e a noite utilizando #GritoRockSM no Twitter!

Já conferiu os vídeos produzidos pelo Macondo Coletivo para o Grito Rock? Então, clica aí!

1. Teaser Grito Rock Santa Maria com participação de Lucas Hoffman e Kareka Ricordi:

2. Paris em Chamas convida para o Grito Rock Santa Maria:

 

Então, nos vemos no Macondo Lugar?😉