O @festmalta está chegando!
Santa Maria já está no clima do FestMalta 2012. As prévias do Festival, na cidade, ocorreram nessa quinta-feira, 12 de janeiro, no Macondo Lugar e contaram com shows da Superfusa, banda de Sobradinho, anfitriã do FestMalta, e Agranel, de Cachoeira do Sul.
A Agranel, que já tem cinco anos de trabalho, abriu a noite mostrando seu trabalho autoral nas 12 músicas próprias executadas. O público curtiu bastante o groove rock progressivo da banda que se apresenta no FestMalta na sexta-feira, dia 20.
A Superfusa, que já havia estado em Santa Maria no Festival Macondo Circus, em novembro, subiu ao palco do bar e também mostrou, em 13 canções, o trabalho autoral que vem sendo desenvolvido desde o final de 2009.
Durante os shows, o público também pode conferir fotografias das edições anteriores do evento. As fotos foram projetadas nas paredes do bar por Francine Nunes, do Clube de Cinema Fora do Eixo, que atua, em Santa Maria, no Macondo Coletivo.
O FestMalta ocorre de 19 a 22 de janeiro, na Fazenda Goelzer, em Passa Sete, município bem próximo a Sobradinho.
Canastra Suja lança videoclipe “Máquina”
Em 2011 a Canastra Suja – então formada por Marcelo Gafanha, Vini Albernaz, Teco Barbacham, Alex Vaz e APJ – começou o ano gravando o que viria a ser o seu EP Cozinha do Desespero – lançado em setembro do mesmo ano. Em meio a gravação do material, um curta-metragem – cujo roteiro serviu de inspiração para a composição da música Máquina e que contava com a participação do Gafanha também era rodado em Satolep. O curta, dirigido por Eleonora Loner e Leonardo Peixoto falava sobre um funcionário de um colégio que havia recebido a tarefa de confeccionar uma espécie de manual de segurança para os alunos da escola e tinha o Gafanha como protagonista.
O tempo passou, o Gafanha saiu da Canastra Suja e foi fazer a vida dele no Caribe e a banda seguiu suas atividades, transformando-se num quarteto e se adaptando à nova forma de tocar.
Durante esse tempo de trabalho dentro da Casa Azul, a Canastra Suja e o Leonardo Peixoto resolveram transformar o curta num clipe, da música oriunda do roteiro do mesmo. Esse clipe foi editado e dirigido pelo Léo e teve a participação da banda em imagens captadas na cozinha da Casa Azul, também conhecida como Cozinha do Desespero e foi lançado no dia 7 de janeiro de 2012, através do canal de YouTube da banda, www.youtube.com/canastrasuja.
Fonte: Canastra Suja
Canastra Suja em Santa Maria
Após passar por essa reestruturação, de formação e de som, a Canastra Suja volta a Santa Maria para apresentar a Cozinha do Desespero no Zeppelin Bar – o recanto das cervejas mundiais e do rock’n'roll – dia 20 de janeiro. A banda, que já tocou no Festival de Artes Integradas Macondo Circus em 2010, segue suas atividades pelo interior do estado, tocando, no dia seguinte no FestMalta 2012, realizado em Passa Sete, de 19 a 22 deste mês.
No FestMalta, a Canastra divide palco com reconhecidas bandas gaúchas, catarinenses e com algumas que se destacaram no país em 2011, como a Humanish, do Paraná.
Leia mais sobre a Canastra Suja aqui mesmo, no blog do Macondo Coletivo: clique e veja tudo o que temos publicado sobre a banda e o coletivo parceiro em Pelotas, Outro Sul!
- Serviço:
Zeppelin Bar - Rua Visconde de Pelotas, esquina com Venâncio Aires – (55) 3026-9608 / (55) 8426-4467
O jornalismo em discussão no #CongressoFdE
A anulação do intermediário. A morte do crítico. Muito se ouviu no Congresso Fora do Eixo sobre o fim dos mediadores nos processos de produção cultural e especialmente na comunicação. Neste contexto, não há como não pensar no jornalista, profissional que se legitima, em grande parte, pelo papel de mediador que exerce entre as fontes de informação e a sociedade. Num mundo em que todos podem ser “cidadãos multimídia”, emissores, comunicadores e produtores de informação, o jornalismo busca se reinventar, se autoavaliar e se retransformar para acompanhar a velocidade das mudanças trazidas pelas novas tecnologias, primordialmente.
Nessa leva, discursos de profunda crise do jornalismo atua, exercido pelos grandes meios de comunicação, provocam o exercício de discussão sobre novas práticas, novas perspectivas na produção de comunicação, que já estão em curso, já estão acontecendo, talvez em outros espaços à margem dos meios de massa.
No Seminário sobre jornalismo cultural, realizado durante o IV Congresso Fora do Eixo, jornalistas, produtores e agentes do FdE falaram sobre comunicação, jornalismo, cultura, circuito , música, entre outros assuntos.
Pedro Alexandre Sanches, editor do site jornalístico sobre música brasileira, Farafofá, afirma que é possível e necessário construir um jornalismo que seja mais propositivo, que queira crescer junto com o Brasil. “Precisamos construir um novo tipo de jornalismo. Como fazer isso, como sair do vício, dos polemismos vazios?”, questionou.
Bruno Torturra, editor de redação da revista Trip, observou que o jornalismo cultural brasileiro ainda lê cultura como se fosse arte, deixando de contextualizar o produto e os artistas no seu tempo, na sua cultura. O músico que só se preocupa com seu produto, “sua arte”, por exemplo, estaria fazendo entretenimento e não produzindo cultura. “Acredito que o jornalista perdeu a ideia de que cultura não é só musica e cinema. Qual é a estrutura de ideias que está por trás de uma manifestação artística? É preciso olhar para o processo que estamos inseridos e não só para o produto cultural oferecido” .
Nesta discussão sobre conceito de cultura, Pedro Sanches também acrescentou que o jornalismo cultural costuma tratar dos produtos e não da arte e da cultura de forma mais abrangente. A cultura está na música, no movimento, na política, no contexto de um produto artístico.

Alex Antunes, Lino Bochini, Torturra, Pedro Alexandre, Eduardo e Israel no Seminário sobre Jornalismo
Fora do Eixo – para além da comunicação institucional e da propaganda
A produção de comunicação no Circuito também foi discutida no Seminário. Torturra disse que a experiência do Fora do Eixo na comunicação é interessante porque está alinhada com a cultura contemporânea, que é digital, interconectada e em rede.
Os jornalistas apontaram, no entanto, que essa comunicação do FdE pode ser mais que um simples núcleo que faz assessoria de imprensa e divulgação institucional. Diante dos tradicionais e quadrados modelos de comunicação do mercado, o Fora do Eixo tem condições de ser um produtor de jornalismo. A Pós TV, por exemplo, tem potencial para ser um meio de comunicação criativo e mais antenado com os comportamentos de consumo de informação que se relacionam a um espectador ou leitor que é ativo na rede em que está conectado, interagindo, compartilhando e participando do processo comunicativo. “A Pós TV propõe uma audiência ativa de fato, que não existe na tv tradicional; Na Pós TV, o internauta é parte da construção, ele tem voz e compartilha”, destaca Torturra, acrescentando que num streaming de três horas, por exemplo, os assuntos podem ser aprofundados. “É importante tentar coordenar essas ações da pós tv e do streaming com uma proposta jornalística. ”.
O jornalista Alex Antunes também ressaltou que vê na Pós Tv um potencial de veículo que confronta com a caretice da televisão tradicional; ela teria uma linguagem mais coloquial, informal, flexível, e por isso, inovadora.
Os convidados do Seminário, de forma geral, afirmaram que o Circuito Fora do Eixo precisa pensar em produzir mais reportagens, sair do opinativo e da comunicação “chapa branca”, para descobrir coisas novas e quem sabe até pautar a grande mídia. Substituir a crítica, pura e simples, pelo trabalho da reportagem com viés crítico.
Israel do Valle destacou que um dos grandes desafios do Fora do Eixo é inverter a lógica das grandes corporações com modelos de comunicação que não dependam dos mediadores reconhecidos da mídia tradicional para que tomem uma proporção maior. “Qual é a forma de comunicação que o Fora do Eixo pode criar para se relacionar mais rapidamente com a sociedade?”, questionou.
Eduardo Nunomura, também editor do Farofafá, acrescentou que a produção de comunicação nas redes, como no Fora do Eixo, fica muito restrita e não reverbera na sociedade como deveria. “Entendo que a matriz do jornalismo é fundamental para fazer esta disputa, fazer os assuntos reverberarem em uma escala maior. A rede colaborativa precisa crescer e disputar a sociedade de verdade e o jornalismo aí tem que estar presente”.
Pablo Capilé, um dos gestores do FdE, destacou que o ativo principal do Fora do Eixo é lidar com os processos de difusão, mas que é preciso ultrapassar a etapa da cobertura institucional, “chapa branca”. Também concordou com a ideia de que reportagens mais críticas, mais jornalísticas, poderiam potencializar a disputa de pautas nos cadernos de cultura dos veículos tradicionais.
A professora da UFRJ, Ivana Bentes também contribuiu com o debate, afirmando que o formato atual do jornalismo é quadrado e pouco atraente e que novas formas de comunicação que trabalhem com multimidialidade e outras linguagens fazem a diferença e interferem na lógica tradicional dos meios de comunicação oficiais.
Além da Pós TV, uma agência distribuidora de notícias ou mesmo uma universidade livre de Comunicação, que pode ou não nascer do Circuito, foram possíveis caminhos apontados para desenvolver o potencial jornalístico do Circuito e suas relações com a sociedade.
Com ou sem mediadores, o jornalismo, e de forma mais ampla a comunicação, é parte da sociedade. E o Congresso abriu o espaço para criticá-lo, avaliá-lo, contextualizá-lo, discuti-lo de forma propositiva, constatando crises e tentando apontar caminhos. Vamos ver no que vai dar.
Texto: Silvana Dalmaso
Fotos: Galeria Fora do Eixo
#ConversasInfinitas #ContatosInfinitos #CongressoFdE

Vicente (Ruído Coletivo), Matheus (Picanha de Chernobill), Marcelo Acosta (Aponte Coletivo) e Chico (Picanha de Chernobill).
Durante os sete dias em que o Macondo Coletivo esteve em São Paulo no IV Congresso Fora do Eixo, não foram poucos os novos contatos e amigos cultivados.
Confira o que Vicente, do Ruído Coletivo (Erechim/RS), Matheus Mendes e Chico Rigo, da banda Picanha de Chernobill (Porto Alegre/RS) e Bardo, do Coletivo Cultural Projeto Caos e banda Bardo e Fada (Santo Ângelo/RS) disseram sobre o Congresso e as possibilidades que encontraram no Fora do Eixo. Além deles, que estavam na Caravana RS, conversamos com Ismeraldo, do Coletivo Chocolate Groove, lá de Ilhéus, na Bahia!
Texto e foto: Gabriela Belnhak
Formação livre #UniCult #UniFdE
A formação que não está dentro de uma universidade ou de uma escola. O Seminário da Universidade da Cultura Livre, ocorrido no dia 15, reuniu pessoas e pensamentos convergentes acerca de novos processos formativos, metodologias abertas, apreensão do conhecimento e formação livres, ideias que norteiam a Unicult e a Universidade Fora do Eixo – UniFdE.
A gestora da UniFdE, Carol Tokuyo, falou das vivências nas Casas Fora do Eixo como experiências formadoras. Os conceitos e práticas referentes à Universidade da Cultura livre e à Universidade Fora do Eixo – experiências concretas de sistematização de conhecimento produzido fora das universidades formais – permearam os debates e rodas de discussão do Congresso. Em comum, está o entendimento de que o ensino formal e suas instituições – Universidade ou escola- estão em crise e precisam ser reinventadas, resgatadas pela sociedade civil.
A desescolarização e os processos educacionais que não seguem a lógica da escola nos moldes atuais foram abordados por Ana Thomaz, uma das convidadas do Seminários da Unicult. Ela compartilhou um pouco de suas ideias sobre o “fora” da escola. “Todos são criadores de sua própria experiência. Somos criadores de realidade, de mercado e liberadores de potência”.
No contexto da Universidade da Cultura Livre e da UniFdE, a produção de conhecimento segue outras lógicas, adquire outros sentidos e ocorre em múltiplos lugares. “Os próprios coletivos e os pontos de cultura podem ser espaços produtores de conceitos”, diz a professora da UFRJ, Ivana Bentes. Esta produção de conceitos pode estar dentro e fora da universidade.Um dos desafios da implementação da Unicult e UniFdE é a certificação ou o reconhecimento destes espaços formativos. Por isso, foi destacada no debate a importância de sistematizar e documentar o conhecimento e as experiências formativas vivenciadas pelo Fora do Eixo e pelas outras redes. O professor e sociólogo Marcus Franchi destaca que mais importante que a certificação é a transformação real do território, a ação e intervenção social dos processos formativos.
O Professor da Universidade Federal do Espírito Santo, Fabio Malini, acredita que a Universidade formal não deve ser excluída como produtora de conhecimento e instituição que dialoga com a comunidade. ”É preciso ir além da afirmação de que existem dois campos de conhecimento: um da universidade e um de fora”.
#CongressoFdE em fotos
Por Gabriela Belnhak
Durante os dias 14 e 15 de dezembro rolaram debates sobre a Universidade da Cultura Livre e os espaços de formação tradicionais e alternativos. Foi pontuada a desescolarização, processo onde a escola não se coloca como fundamental na “construção” do indivíduo, já que o ser humano, naturalmente se forma, independente de qualquer instituição.
No encontro, grande parte dos provocadores – e a maioria vinculada a universidades federais conceituadas no Brasil – aderiram à Universidade Fora do Eixo. “Quem disse que todo mundo precisa se formar, casar e ter filhos?”, questionou Carol Yokuyo na abertura do Congresso Nacional Fora do Eixo. A UniFdE discute a postura fechada que, por vezes, instaura medo e terror naqueles, em tese, devem se preparar para o mercado, imerso em um sistema decadente e em crise permanente.
Confira como foram esses dois dias de evento em momentos e cenas despreocupadamente fotografados.
Fotos: Gabriela Belnhak
Segundo dia: #tudoaomesmotempoagora
Por Silvana Dalmaso
O subsolo do Paço das Artes é uma efervescência: de gente conversando, gravando, filmando, fotografando, grafitando, escrevendo, falando e ouvindo. O local - onde se concentra boa parte da programação – é aberto o suficiente para que cerca de dez grupos de 20 a 30 pessoas se reúnam nas chamadas mini-conferências. Nestes modelos de mini-conferências, o pessoal se organiza em círculos, sentados ou em pé mesmo. O debate é descentralizado, convidados e congressistas podem se manifestar a qualquer momento e pautar questões.
As mini-conferências começaram na terça-feira, dia 13. Ao mesmo tempo, no mesmo espaço, ocorria a pós-tv, organizada e transmitida via streaming pelo Clube de Cinema Fora do Eixo, com presença de cineastas, realizadores e cineclubistas.
O Seminário da Música é um dos espaços de debate mais disputados do Congresso com mesas de discussões todos os dias e uma diversidade de convidados discutindo o atual panorama da música, os conflitos e problemas existentes, os desafios e as perspectivas para o futuro. Entre as 30 hashtags que sinalizam os temas do Seminário, está a morte do intermediário. Jornalistas e críticos musicais, por exemplo, teriam perdido seu poder diante do protagonismo dos artistas e das novas tecnologias de produção, distribuição e divulgação do trabalho artístico.
O jornalista Pedro Alexandre Sanches, que trabalhou durante anos como crítico de música, reafirmou os amplos espaços de crítica que existem na internet, como nos blogs, por exemplo. “Hoje o público é mais crítico que o próprio crítico e manifesta suas ideias na internet. Acho que hoje todo mundo é a mesma coisa: crítico, artista e público”.

Durante o Congresso, também está ocorrendo a Feira da Economia Solidária com comercialização de artesanato além de CDs, bottons e camisetas.
As paredes do Paço das Artes tomaram vida com o grafite.
No final do dia, o Palco Fora do Eixo realizou o Cirandão, fazendo os participantes se divertirem e relaxarem.
Tarde no Ibirapuera #CongressoFdE
Por Gabriela Belnhak
Assim que chegamos em SP almoçamos um PF servido por sorridentes nordestinos em uma esquina próxima ao Okupe. Na sequência, encaramos o calor no balanço do ônibus rumo ao tradicional Parque Ibirapuera, onde ocorriam reuniões livres e o credenciamento – que se dá durante todo o Congresso na Central de Atendimento.
As cinco regionais do Fora do Eixo aproveitaram a oportunidade para realizar uma grande reunião presencial. Como se fala por aqui, para conhecer aqueles que, até então, eram apenas avatares e para saber um pouco mais sobre a situação dos coletivos do sul do país.
Na Caravana RS estavam, além do Macondo, os coletivos como Ruído (Erechim), Feitoria (São Leopoldo), Outro Sul (Pelotas), Aponte (Cachoeirinha), ManiFestaSol (Caxias do Sul), Catarse e Inverso (Porto Alegre). Dentre as bandas, havia integrantes da Bandinha Di Da Dó e Picanha de Chernobill, ambas da capital do Rio Grande do Sul.
E os gaúchos logo se juntaram aos catarinas e paranaenses. O Macondo Coletivo participou da conversa com a Regional Sul, puxada por Atílio Alencar, articulador do Circuito e também morador da recente Casa Fora do Eixo Porto Alegre. A reunião foi breve, mas suficiente para quebrar o choque do encontro físico e facilitar as #ConversasInfinitas subsequentes com essa apresentação prévia.
O formato não-grade da programação permite a interação e quebra o quadrado paradigma de congressos do porte deste encontro nacional. Há liberdade de ir e vir de roda em roda de discussão, assim como apenas observar também é permitido.
Um tempo disponível no final da tarde fez com que as #FEmininas se juntassem no banheiro para se preparar para a abertura oficial do IV Congresso Nacional Fora do Eixo, que ocorreria no início da noite no Auditório Ibitapuera, o @AudiBira. Mal sabiam elas que todas as mulheres que atuam no Circuito seriam convidadas a subir ao palco mais tarde.
#FEmininas na mesa de abertura
#FEmininas vinculadas ao Fora do Eixo, seja como gestoras ou apoiadoras, manifestaram-se sobre seu vínculo com o Circuito e fizeram a plateia se derreter com as palavras, femininas, muito bem colocadas. Cláudia Schulz (Casa Fora do Eixo Porto Alegre) mediou as exposições e, fugindo da grade, fez a “mulherada” ficar com frio na barriga devido à troca da ordem de apresentação de cada uma delas, deixando tudo, obviamente, muito mais emocionante.
Entre as #FEmininas estavam Leandra Leal (Teatro Rival), Andreia Gama (Fundação Vale), Eliane Costa (Petrobrás), Gaby Amarantos, Ivana Bentes (UFRJ), Sylvie Duran (FDE Latino), Maristela Fonseca (Conexão Vivo), Marielle Ramires (PCult) e Carol Tokuyo (Unicult).
O segundo dia de #CongressoFdE encerrou no Studio SP da Vila Madalena, mas isso a gente conta em outra publicação. Já senta que lá vem história. Enquanto isso, assiste ao vídeo produzido nesse dia pelo Clube de Cinema Fora do Eixo para ver como tudo o que tá aqui é verdade.
Rebouças “okupada” por gaúchos
Por Gabriela Belnhak
O Macondo Coletivo está em um hostel na movimentada Av. Rebouças. Conosco estão catarinenses e outros gaúchos, incluindo Luise Scherer, do Cenário Coletivo, também de Santa Maria/RS. Chegamos em São Paulo por volta das 8h da manhã de segunda-feira, 12, e, após três horas rodando (perdidos) pela cidade, chegamos para ocupar o Okupe.
O Okupe recebeu todos os congressistas com braços abertos e camas aconchegantes! No hostel, a Okupita, uma simpática gatinha de oito meses, também trata os hóspedes com carinho, desfilando todo o seu charme no balcão de atendimento e ronronando a cada cafuné recebido no pátio da casa.
O hostel funciona como ponto de encontro e de trocas entre os congressistas. Entre o café da manhã e a sinuca no final do dia, acabamos aprendendo e discutindo sobre melhores formas de atuar no local e na rede nacional. A própria dinâmica da hospedagem reflete o compartilhamento e a cooperação do Circuito Fora do Eixo. Dividimos de experiências à pasta de dente, do computador à erva para o mate.
Veja as instalações do Okupe, a casa do Macondo Coletivo por alguns dias em São Paulo.
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Fotos: Gabriela Belnhak
Macondo Coletivo no #CongressoFdE
Partiu de Porto Alegre, no dia 11 de dezembro (domingo), a caravana gaúcha rumo ao IV Congresso Fora do Eixo. O Macondo Coletivo enviou quatro representantes com foco em diferentes frentes de atuação local para conferir a movimentação nacional anual do Fora do Eixo. As atividades ocorrem em diferentes locais na USP em São Paulo/SP.

Silvana Dalmaso, Gabriela Belnhak, Francine Nunes e Marcelo Cabala representam o Macondo Coletivo no #IVCOFE.
Confira o registro dessa viagem de mais de 20 horas entre Rio Grande do Sul e São Paulo pelos olhos atentos e atrevidos de Nathália Schneider no canal do Clube de Cinema Fora do Eixo.
Imersão da Casa Fora do Eixo Porto Alegre pré-Congresso
Caravana RS rumo ao #IVCOFE






















